quarta-feira, 24 de junho de 2009

Miriam Leitão mente, cinicamente, em rede nacional


Veja, abaixo, notícia exraída do site do Azenha que prova cabalmente que a "urubóloga" (como a apelidou Paulo Henrique Amorim) Miriam Leitão, mentiu cinicamente, em rede nacional, no "Bom Dia Brasil" sobre os números do crescimento do emprego no Brasil. No seu blog da internet, ela corrigiu, mas, persiste a pergunta: e os milhões de telespectadores vão ser alertados do erro quando?



Eduardo Guimarães flagra Leitão com a “boca na botija”

Atualizado em 24 de junho de 2009 às 11:32 | Publicado em 23 de junho de 2009 às 13:49

Denúncia

Míriam Leitão mente no “Bom Dia Brasil

por Eduardo Guimarães, no Cidadania

No vídeo acima, comentário de Miriam Leitão sobre a criação de 131 mil empregos em maio último – os dados são do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged). O comentário foi feito na edição desta terça-feira do “Bom Dia Brasil”.

Segundo Leitão, estamos mal. Ela opina que deveríamos ter criado 190 mil empregos no mês passado, segundo a média dos últimos dez anos para o mês de maio. Ou seja, a analista econômica global pega todos os meses de maio de 1999 até hoje e divide por dez.

Faltou informar que, se a média for calculada só durante o governo Lula, será muito maior, e que se for calculada só no segundo mandato de FHC, será muito menor do que 190 mil empregos. Vejam:

FHC

Maio de 1999 – 97.182

Maio de 2000 – 162.837

Maio de 2001 – 161.898

Maio de 2002 – 155.813

LULA

Maio de 2003 – 140.313

Maio de 2004 – 291.822

Maio de 2005 – 212.450

Maio de 2006 – 198.837

Maio de 2007 – 212.217

Maio de 2008 – 202.984

Maio de 2009 – 131.557

Conclui-se, então, o seguinte: a média de empregos criados no mês de maio durante o segundo mandato de FHC, foi de 122.432 empregos, e durante o primeiro mandato de Lula, foi de 210.855 empregos.

Estamos falando quase do dobro de empregos do segundo mandato do tucano para o primeiro mandato do petista. Ou seja: ao misturar o fim do governo FHC com o governo Lula, Leitão faz parecer que a forte criação de empregos que se vê no Brasil desde 2003 começou na era tucana.

Mas a questão nem é essa. O grande problema (para usar um termo leve) da fala de Leitão na tevê é que ela mentiu descaradamente ao dizer o seguinte:

E, ao todo, desde a crise, o Brasil perdeu 800 mil empregos nos primeiros três meses, até janeiro, e criou 180 mil nos últimos quatro meses.

Miriam Leitão mente. Nos últimos quatro meses, o Brasil não criou 180 mil empregos coisa nenhuma. Criou 281.754, ou seja, cerca de cem mil empregos a mais do que disse a analista econômica da Globo. Vejam os números do Caged de fevereiro para cá:

Fevereiro de 2009 – 9.179

Março de 2009 – 34.818

Abril de 2009 – 106.200

Maio de 2009 – 131.557

Leitão mentiu para milhões de telespectadores. Não dá nem para dizer que foi um engano. Eu que não sou nem jornalista, nem economista, nem apresentador de tevê, soube que o número de 180 mil empregos de fevereiro a maio era mentira assim que ela o proferiu.

Como se vê, está valendo até mentir para o público na tentativa estúpida de fazê-lo acreditar que o Brasil não está dando um show de competência diante do mundo em meio à maior crise econômica dos últimos oitenta anos. Para mim, isso é desespero de causa.

Se quiser ir ao blog de Leitão para protestar, clique aqui

Leitão se retrata

Miriam Leitão pôs a seguinte nota em seu blog:

Alguns leitores comentaram que existe um equívoco nos dados de geração de empregos referentes aos últimos quatro meses. E eles têm razão. Foram gerados cerca de 280 mil postos nesse período, e não 180 mil. O número de 180 mil refere-se à geração de empregos nos cinco meses, o que desconta uma queda de 100 mil em janeiro. Fica aqui a correção.

Ela se retratou depois de ter sido desmascarada aqui. Bem, mas e como ficam os milhões de telespectadores que ela desinformou na Globo hoje pela manhã? Será que na próxima edição do “Bom Dia Brasil” ela irá reparar o “engano”? E como é possível uma “sumidade” como Leitão se enganar dessa forma se eu, um simples comerciante, pude detectar a farsa no exato momento em que foi proferida?

Para ir ao Cidadania, clique aqui

Lula, Sarney e a mídia

A mídia quer pegar Sarney. Pressionada pelo interesse do tucanato de desestabilizar o Governo, no Congresso, em especial no Senado, onde o Governo tem dificuldades de constituir uma maioria sólida. Mas, Lula não precisava fazer a defesa que fez. Assim, fica difícil, concordar com oLula. Sarney paga pelos seus e, principalmente, o coronel atrasado da mais atrasada das províncias do Brasil. Sarney é símbolo da nossa política e de nossas elites: latifúndiário, dono de inúmeras concessões de rádio e TV, autoritário, patrimonialista e corrupto. Não tem como defender.

segunda-feira, 22 de junho de 2009

E o BC... passou a perna em "nóis" de novo!

O BC, a mídia conservadora, o Mantega, todo mundo tá querendo nos fazer crer que 9,75% de taxa SELIC, é coisa boa. Contem outra. E eu, supostamente ignorante, pensando que taxa básica de juros era preço relativo da economia, vejo 0,25% nos EUA e, uma média de 1% na zona do Euro e, intrigado, fico pensando: quando a CEF e o BNDES vão deixar de funcionar como bancos privados e reduzir, de verdade, seu spreed, para pressionar os bancos privados e o conjunto do mercado a fazer o mesmo? Depois não adianta chorar quando o saldo da poupança se multiplicar por 100 vezes do valor atual. Sem crédito barato, ninguém vai investir suas economias, só por "amor à pátria", a equipe econômica tem que agir!. E a STN (Secretaria do Tesouro Nacional) tem que modificar a sua visão sobre expansão do crédito público para Estados e Municípios, há esta altura, a visão que vigorou no momento da constituição do Programa de Reestruturação da Dívida Pública, executado, a partir da segunda metade do primeiro mandato de FHC, já virou tese vencida. O Mantega tem que esquecer essa coisa de ficar dando entrevista pra Veja, Miriam Leitão e Kenedy Alencar e ir trabalhar!

O Conselheiro boca torta

A Bahia é fantástica! O tal do Pedro Lino com sua boquirrota argumentação fajuta querendo a reprovação das contas do Governador Wagner. Não dá nem pra acreditar nesse tipo de piada. É preciso investigar este Pedro Lino e apurar a relação dele com a aprovação de contas dos carlistas, sobretudo umas em que constavam gastos milionários com publicidade que excediam em mais de 100% (cem por cento) os valores dos contratos.

Vida de blogueiro: às vezes cansa!

Eu até quero ficar aqui todo dia, postando alguma coisa, mas, tem hora que é fogo. Deu uma pane temporária, estou voltando, devagar, mas, voltando.

sábado, 16 de maio de 2009

Vacine-se: A mídia mente


Dois fatos nesta semana demonstram, claramente, como a mídia mente descaradamente. O primeiro de repercussão nacional e outro, aqui na Bahia. A nível nacional, na última terça-feira, o jornal O GLOBO, do grupo da família Marinho, publicou uma fraude deslavada, registrando uma suposta manifestação contra Lula, em Brasília. Na verdade, a manifestação era contra o Governo do Dsitrito Federal e Lula ao estar no local, foi dialogar com os manifestantes. Os manifestantes, em verdade, gritavam "Lula eu te amo" e, memso assim, O GLOBO produziu uma matéria e até manipulou uma foto para tentar dar veracidade à sua fraude abjeta (veja melhor no blog do mello - http://www.blogdomello.blogspot.com/ -). Aqui na Bahia, foi pior. A Secretaria de Saúde do Estado da Bahia (SESAB) está fazendo a reforma do Hospital São Jorge (antigo PAM ROMA) e, com isso, ampliando as condições estruturais de serviços de saúde à população. Entretanto, a mídia não quer saber, o importante é mentir deslvadamente. O que foi informado como "a reforma vai demorar três anos", foi publicado no Jornal Correio da Bahia (da família do falecido ex-Senador ACM) como "O hospital vai fechar três anos". É por isso que insistimos: "Vacine-se: A Mídia mente". Veja, abaixo a nota da SESAB:

Sesab desmente jornal Correio da Bahia

Ao contrário do que foi noticiado na edição de hoje (14/05) do Jornal Correio da Bahia, o Hospital São Jorge, no Largo de Roma, continuará prestando serviço à população. Em nenhum momento, a Secretaria da Saúde do Estado da Bahia cogitou ou cogita do fechamento daquela unidade, que será inteiramente reformada e reestruturada configurando- se, aí sim, como um hospital de urgência e emergência e primeiro hospital dia cirúrgico da rede estadual da Bahia, com 100 leitos no Hospital Geral e 30 leitos no hospital dia, mais 10 leitos de UTI e dois Centros Cirúrgicos, com 4 e 6 salas cada um, e toda a parte de apoio diagnóstico, além da manutenção e ampliação do serviço ambulatorial.

Atualmente, o São Jorge, serviço ambulatorial repassado ao Estado pelo antigo Inamps, se configura como unidade de pequeno porte, programado para atendimento ambulatorial especializado, com urgências e emergências clínicas, dispondo de apenas 14 leitos de clínica médica e 16 leitos de pediatria, QUE NÃO SERÃO DESATIVADOS.

Todo o processo de reforma, que começa no segundo semestre deste ano e deverá ser concluído em 2011, será realizado sem prejuízo do atendimento, como deixou claro o secretário estadual da Saúde, Jorge Solla, em entrevista coletiva concedida hoje (quinta, 14) à imprensa. As obras serão feitas de forma gradativa, SEM FECHAMENTO DA UNIDADE, apenas com remanejamento dos serviços.

A Emergência será transferida para a área do ambulatório e os serviços ambulatoriais serão transferidos para outras unidades, a exemplo do atendimento oftalmológico, que será prestado no Hospital Geral Roberto Santos (já reequipado para suportar o aumento da demanda), e o atendimento cardiológico, que será prestado no Hospital Ana Neri.

Os usuários do Hospital São Jorge serão esclarecidos a respeito das mudanças sempre que elas forem se processando. Também está sendo criado um GT (Grupo de Trabalho) para o contato com cada servidor. Cada um será ouvido separadamente, e, na medida do possível, relocado, quando for o caso, para uma unidade mais adequada à sua conveniência. A gerência do Hospital São Jorge será feita pela OSID – Obras Sociais Irmã Dulce, entidade comprovadamente competente em gestão hospitalar, com a vantagem da proximidade física do Hospital Santo Antonio, entidade de atendimento 100% SUS (Sistema Único de Saúde) e que representará importante retaguarda de assistência aos usuários do Hospital São Jorge.

A proposta de parceria entre a Sesab (Secretaria da Saúde do Estado da Bahia) e OSID foi submetida ao Congeos (Conselho de Gestão das Organizações Sociais), sendo também apresentada ao Conselho Estadual de Saúde e aos representantes dos sindicatos dos profissionais médicos e trabalhadores em saúde.


Blog solidariza-se com Secretário de Educação


O nosso blog tem tentado fazer uma análise crítica do Governo do Estado. O resultado final é uma percepção clara que a mídia, principalmente, os "blog´s" e os "jornalinhos" locais opõem-se ao Governo Estadual, da mesma forma e pelos mesmos motivos que o PIG (Partido da Imprensa Golpista) comandado pelo Estadão, Folha de São Paulo, e todo a comunicação dos Marinhos (O Globo, a Globo, etc..) opõem-se à Lula. No caso do Governo do Estado, um dos maiores alvos é o Secretário de Estado da Educação, Adeum Sauer. Depois de deixar o carlismo destruir por 16 anos consecutivos a Educação do Estado da Bahia, Deputados corruptos e a mídia local querem levar a cabeça do Secretário à uma bandeija de prata, assim como Salomé fez com João, em um misto de cinismo crônico e oportunismo político nunca visto na Bahia. Junta-se a isto um sectarismo cego de parte da esquerda, que não consegue perceber que a máquina do Governo do Estado da Bahia foi destruída em todo seu conjunto e o movimento para mudar as todas as situações que precederam a ascensão de um Governo democrático assemelha-se a mudança de roteiro de navegação de um mega transatlântico que com os motores quebrados, necessita ter o rumo de seu navegação revertido em 180 graus, apenas com nadadores fazendo força ao seu lado. Segue, abaixo, texto elaborado pelo Diretor Geral da Secretaria de Educação, Carlos Pedrosa Júnior, publicado no Jornal A TARDE, de 14/05/09(pg. 03), que indica alguns elementos da melhoria da Gestão Administrativa da Secretaria de Educação, apesar de todas as dificuldades encontradas. Oportunamente, poderemos dar outras informações sobre os avanços na Educação da Bahia. Boa leitura:


EDUCAÇÃO: SAINDO DO VIRTUAL PARA O REAL

Carlos Pedrosa Júnior


Uma rede de educação pública sucateada foi a realidade encontrada pela equipe do novo governo que assumiu a Secretaria da Educação do Estado da Bahia. Sem projetos com enfoque social-pedagógico, 84% do orçamento destinados a pagamento de salários e 12% para serviços de terceirização, a estrutura física das escolas em estado deplorável, as Diretorias Regionais de Educação em acelerado processo de desativação, a situação era preocupante em todos os níveis.

Contraditoriamente, o 6º Estado em arrecadação do país era o 25º nos indicadores educacionais medidos pelo MEC. Um longo e espinhoso caminho nos esperava. Ciente de que problemas crônicos ainda persistem e de que 2 anos são insuficientes para arrumar a casa, achamos oportuno pontuar realizações que, seja pelo viés da moralidade pública ou da agilidade administrativa, devem ser consideradas.

Avaliando apenas a área administrativa- financeira, a SEC se revelou uma instituição sem memória formalizada. Com 35 anos de experiência na área pública, não imaginei inexistirem mecanismos elementares de planejamento administrativo- financeiro numa instituição desse porte. Entendemos ser fruto também do centralismo que caracterizou a administração que nos precedeu. Foi preciso mudar. Superamos as dificuldades e hoje dominamos plenamente a máquina administrativa.

Cumprindo determinação expressa – qualidade e otimização de custos -, do titular da pasta, Secretário Adeum Sauer, o processo de matrícula foi o primeiro a sofrer rigorosa análise. De um custo estimado em 8 milhões em 2007, hoje gira em torno de aproximadamente 3,5 milhões. Economizaram- se quase 4,5 milhões em cada ano administrado com o mesmo serviço e mais qualidade. Nos contratos de terceirização obteve-se também uma economia na ordem de 30%. Contratos com sinais de irregularidades foram suspensos e o sistema de pregão eletrônico - abominado pela administração anterior - transformou- se em prática comum, trazendo uma economia aos cofres públicos, só em 2008, de 35,5 milhões em licitações, considerando os preços estimados. Uma cadeira para aluno que era adquirida por R$ 80 foi comprada no pregão eletrônico por R$ 39. Essa é a nova forma de tratar o bem público.

A situação caótica do setor de transporte – veículos ultrapassados, gastos mensais com manutenção equivalentes a um carro popular novo - foi superada. Nossa frota é hoje de 135 novos veículos e 2 novos caminhões. Modernização da infra-estrutura de ensino foi outra imposição. Hoje são 18.000 salas de aulas e 4.000 de professores, laboratórios de informática e bibliotecas equipadas com Tv Pendrive.

Fato inédito na administração estadual pública da Bahia, cobrou-se multa contratual a uma empresa de grande porte por atraso na entrega do produto licitado. A execução orçamentária de 98.4% e 99% em 2007 e 2008 levou a SEC ao segundo lugar entre as Secretarias.


Significativa soma de recursos chega às escolas, sendo administrada por suas direções. A fiscalização da utilização de tais recursos, sempre passou ao largo da comunidade escolar. Hoje, o programa Transparência na Escola disponibiliza via internet os dados relativos à sua utilização e deverá atingir todas as escolas até 2010. Este programa, juntamente com o Escola Aberta, que traz a comunidade para a escola, e o Justiça Restaurativa - feliz iniciativa da desembargadora Sílvia Zarif, presidente do TJB -, estão a demonstrar que os problemas da escola podem ser resolvidos quando discutidos na própria escola.

Com as Diretorias Regionais de Educação revitalizadas, implementou- se um projeto vital para a SEC: Caravana da Educação. A presença da Secretaria nos diversos municípios, resolvendo localmente os problemas, orientando, desfazendo dúvidas e agilizando processos. É a transformação da Secretaria de Educação virtual em Secretaria real.

Todas essas ações vieram acompanhadas de diretrizes que mudam o perfil da SEC, de uma postura marcada pela burocracia para um modelo de gestão democrático e responsável. Temos consciência de que ainda há muito a fazer. O povo que vive nesta terra merece. Pois a Bahia é de todos nós.

Carlos Pedrosa Júnior – doutor em Controladoria e Contábeis-USP e diretor geral da Secretaria da Educação do Estado da Bahia